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14 jun

O lado obscuro do diretor cinematográfico Peter Jackson

É impossível falar de Peter Jackson sem associar o mundo fantasioso de J.R.R Tolkien, como “O Senhor dos Anéis” e “O Hobbit”. É claro, foi esse universo repleto de elfos, magos, hobbits, orks, trolls, anões, dragões etc que levou o talentoso multifunções neozelandês , P.J. ao nível máximo do cinema hollywoodiano, com o lançamento da adaptação “O Senhor dos Anéis – A Sociedade do Anel”, em 2001.

Mas antes de todo esse glamour em tapete vermelho, Peter Jackson produziu obras que exploraram (pode parecer estranho) o nível máximo do baixo orçamento.

Amante do terror, Peter Jackson já havia feito história ao lançar o “no sense” e maravilhoso “Trash – Nausea Total” (Bad Taste), em 1987.

Tudo começou como um curta a ser lançado, mas Peter Jackson sentiu-se inspirado a transformá-lo num longa como os lançamentos sanguinolentos que transformaram os anos 80 como a maior década do horror!

A história é simples e sem spoiler: um grupo de alienígenas invade a Terra em busca de matéria prima de junk food. Sim, carne humana transformada em hambúrguer! Essa obra prima da exploração da tosquice maravilhosa tem Peter Jackson escrevendo, produzindo, dirigindo e atuando em dois papeis. Diz a lenda que as máscaras usadas pelos aliens foram moldadas no próprio fogão de Peter. Outra curiosidade é a ausência de mulheres no cast, a não ser atuando com fantasias grotescas de criaturas com fome de carne fresca.

Imagina um filme que mistura terror, comédia, drama, suspense, Kung Fu e aventura? Tempo esgotado! Apresento Fome Animal!

Um marco no splatter-gore, o grotesco Fome Animal (Braindead) foi lançado oficialmente em 1992 e contou com a forte bagagem de tudo que aconteceu de melhor na década passada de seu lançamento. Peter Jackson caprichou bonito e além de todas as maneiras possíveis de se imaginar dilacerando um corpo, o longa contou também com cenas de nojo, canibalismo e sexo entre zumbis. É impossível cochilar nesse filme com o excesso de ação que há!  É humor negro do começo ao fim.

No total, Peter Jackson usou mil litros de sangue de porco para gravar “Fome Animal”, metade usada apenas na brutal cena final. Uma deixa para vocês, caro amigo (a) leitor (a).

Keep de horror alive!

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