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04 fev

Clichês e situações que amamos no terror

Um bom filme de terror é feito com ferramentas que prendem o telespectador na trama e para que isso ocorra uma receitinha básica de clichês deve ser seguida.

Antes de mais nada, o que são os clichês?

Clichê, no sentido figurado, é uma ideia já muito batida, uma fórmula muito repetida de falar ou escrever, um chavão.

Etimologicamente, a palavra clichê tem origem no francês cliché.

É claro que o telespectador quer novidade e isso também faz parte do sucesso de qualquer obra.

Mas você já percebeu que o caminho a ser perseguido dentro de uma narrativa de terror têm referências e condutas de obras que levam a um final sendo ele inédito ou não?

A criança 

Se há uma criança na história, pode ter certeza que ela é peça fundamental ou principal do filme.

Temos excelentes exemplos desse tipo relação, como “O Iluminado” e “A Profecia”.

Relações passadas costumam influenciar também na futura narrativa do filme e os filmes slashers amam fazer esse tipo de cenário.

Exemplo de “Natal Sangrento” e “Blood Song”.

Os clichês fazem parte da essência dos filmes de terror.

A casa

Ambiente propício a uma boa história de terror.

A casa ou até mesmo uma cabana são clichês que fazem sucesso.

A Morte do Demônio (The Evil Dead) é chamada de “La Casa” na Itália.

Outro belo exemplo de filme de terror sobrenatural com essa ramificação é “A Casa das Almas Perdidas”.

A escada 

Ela sempre está lá!

E você pode ter certeza que alguma vítima subirá correndo por ela, ao invés de tentar fugir por outro lugar.

Você nunca questionou: “Por que pela escada?”

Tenho certeza que sim. É clichê!

A escada também é um cenário legal para o assassino surgir. Exemplo: “Halloween“.

Bullying 

O bullying aproxima o telespectador do personagem principal do filme.

Ele geralmente faz referência ao processo sofrido na infância e caminha para filmes de vingança e assassinos em série.

Faz você se colocar dentro da situação e tentar “entender” o motivo da resposta.

Alguns longas mostram também o processo do bullying no meio estudantil juvenil em universidades.

Temos um exemplo clássico em um dos filmes de maior sucesso de Brian de Palma, “Carrie – A Estranha”.

Jump Scare 

Jump Scare é o termo em inglês aos “sustos” ocasionados propositalmente.

Seu papel é, literalmente, fazer o telespectador pular da poltrona de susto.

Está mais presente na “nova escola” do terror.

Franquias do diretor, roteirista e produtor de cinema, James Wan são excelentes exemplos: “Invocação do Mal” e “Annabelle”.

O carro 

Esse clichê não se refere a filmes com carros protagonizando o longa, exemplo de “Christine, o Carro Assassino”, tampouco a filmes de perseguição ou de histórias contadas dentro de um automóvel, como “Cujo”.

Refiro à ignição do carro que nunca funciona quando é preciso.

A “mocinha” e/ou o “mocinho” conseguem, enfim, escapar, mas o carro não pega. Que sufoco!

Diretores de filmes slashers amam esse clichê. Eu também!

O telefone

Ele nunca funciona quando você mais precisa dele. O assassino age antes da ligação que salvaria sua vida. Um simples corte no fio e já era.

Sem contar que alguns filmes usam o telefone como uma ferramenta importante para à trama.

“Pânico” utiliza do contato telefônico, transformando um simples atender do aparelho em algo desesperador.

Outro longa que transformou o toque do telefone em algo sufocante foi “O Chamado”.

A ligação via telefone é um dos maiores clichês do terror.

O tropeço 

Você pode correr muito, pular muros, nadar, escalar árvores, mas irá tropeçar!

As vezes em nada, um simples “tropicão” o deixará cara a cara com o perigo.

A franquia Sexta-Feira 13 é campeã nessa arte.

O caminhar 

E falar de “Sexta-Feira 13” é falar de “Jason Voorhees”, o assassino em série que apesar de nunca correr, sempre está há um passo de suas vítimas.

“Michael Myers” é outro belo exemplo. Seu largo passo de botas alcança qualquer vítima que corra.

Assim é o terror. Filmes clichês.

Teria graça se não fosse assim?

NÃO!

 

 

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