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10 jan

New Metal – o ressurgimento de uma era divisora de opiniões

O New Metal foi um dos gêneros mais amados e odiados da cena musical. Quem viveu a transição da virada do século sabe bem o que estou falando. Uma avalanche de bandas, eventos e representatividade.

Alguns dizem que o inicio de tudo foi com a excelentíssima banda “Faith No More”, de Mike Patton. Outros dizem que “Helmet” foi o pai da cena.

O “Anthrax” já havia deixado um pouco o thrash metal de lado e lançado um trabalho mais puxado para o hip-hop. “Im The Man”, de 1987.

O grupo “Beastie Boys” também havia migrado do hardcore “punk” para o hip-hop.

Sepultura

Mas antes do álbum “Roots” do “Sepultura” explodir em 1996, uma banda fez com que o vocalista Max Cavalera ficasse com uma pulga atrás da orelha: o Korn.

Roots do Sepultura foi o divisor de águas dentro do metal.

Korn

O Korn lançou o seu primeiro disco (Self Tittle) em 1994. A produção foi feita por Ross Robinson, um ex-músico e produtor musical que acabou se tornando uma espécie de “guru do New Metal”.

Esse álbum mostrou que era possível inovar e criar ramificações diferentes dentro do metal.

Acredito que as bandas que antecederam a formação do Korn como a “Sexart”, “Juice” e “L.A.P.D.” mesclavam o metal alternativo com o funk metal, bastante influente na época.

O Korn foi lapidado e a “Roadrunner Records” (comprada e subsidiária pela Warner Music) foi uma espécie de escola para novas bandas como:

“Deftones”, “Coal Chamber”, “Limp Bizkit”, “Chimaira”, “System of a Down”, “P.O.D.”, “Papa Roach”, “Linkin Park”, “Mudvayne”, “36 Crazyfists”, “Orgy”, “Mudvayne”, “Sevendust”,”Godsmack”, “Staind”, “Kittie” e a lista assim segue.

Até o “Fear Factory” de Dino Cazares conseguiu entrar nessa.

O interessante é esclarecer que no New Metal também havia ramificação.

Basta analisar um pouco a pequena lista de bandas que acabei de citar.

Rap, Hard Core, Metal, Industrial …

O triste era acompanhar bandas que já possuíam o seu estilo tentando também o seu lugar ao Sol que iluminava o New Metal.

O “Machine Head” é um bom exemplo disso. Não apenas a sonoridade mudou, mas também todo o conceito visual.

Slipknot

Ross Robinson modelava as bandas.

Foi assim também com o “Slipknot”. Seu álbum demo limitado à produção de apenas 1.00o cópias, “Mate.Feed.Kill.Repeat.”, contem elementos do funk, metal alternativo e solos de guitarra.

Ao assinarem com Ross, adivinhe?

A caracterização do New Metal. Solos de guitarra? Fora!

Claro que o Slipknot foi como “mais álcool na fogueira”.

Seu primeiro álbum foi lançado exatamente no dia 29 de Junho de 1999.

Ozzy Osborne também ajudou o New Metal a conquistar espaço pelo mundo através de seu próprio evento, o “OzzFest”.

O Sepultura de Max Cavalera parece ter feito uma escola “particular”, ainda mais com o lançamento do projeto pós-Sepultura: Soulfly. Uma espécie de “Roots pt.2”.

Dois claros exemplos são:

A banda argentina A.N.I.M.A.L. e e salada latina, Ill Niño.

O Brasil também teve uma cena New Metal muito forte com representantes como o “Chipset Zero”, “Choldra”, “Maguerbes”, “Adrede”, “Ponto Nulo no Céu”, “EDC” e “Tolerância Zero”.

O tempo passou e como tudo em excesso…não é bom!

Ver Tommy Lee, ex-baterista do “Mötley Crüe” aproveitando desse cenário como se fosse um membro da banda “Crazy Town” foi algo bizarro e assustador.

O New Metal teve e tem a sua importância, mas apelaram ao ponto de enjoar e bandas do gênero, como o Deftones, pular para fora da bolha. Ufa!

Aos poucos um novo estilo chegou: o Metal Core, com bandas como “Killswitch Engage”, “Bleeding Through”, “Unearth”, “As I Lay Dying” e “Caliban”.

Alguns até tentaram migrar, como foi o caso do “Ill Niño”. Ato falho!

O estilo ainda respira, bons e grandes exemplos: Korn e Slipknot, é claro.

Porém é possível notar ainda na semente que germina em outros solos, como o “Suicidal Silence” e até mesmo o “Bring Me The Horizon” e “Code Orange”.

“Bring me the Horizon” em referência – “Slipknot”, “Muvayne” e “Limp Bizkit”.

 

 

 

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